Sobre a A.B.O.I.
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O
QUE A ABOI FEZ EM 2002
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Acompanhou
o início da implantação dos Centros
de Referência em Osteogenesis Imperfecta. O total despreparo
dos hospitais e a evidente desarticulação e falta de comunicação
do Ministério da Saúde com a direção dos hospitais
por ele indicados para receberem o pamidronato e financiamento de todo
o tratamento para portadores de 0 a 21 anos, tornou o processo terrivelmente
lento. O desinteresse das diretorias dos hospitais (e NÃO
dos médicos, saliente-se) em apoiar o estabelecimento do tratamento
foi patente e o diálogo com o MS praticamente nulo devido ao processo
eleitoral. A ABOI estabeleceu novas estratégias de pressão
para agilização do funcionamento dos CROI em 2003.
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Continuou
a distribuição e recolhimento do Formulário
de Pesquisa para manter o levantantamento de dados quantitativos
e qualitativos sobre a REAL situação da O.I. em nosso país.
Os resultados desta pesquisa têm sido fundamentais na definição
das metas a serem atingidas pela ABOI e pela comunidade médica brasileira.
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Distribuiu
para portadores de todo o país a publicação “Como
viver com Ossos de Cristal”, criado por iniciativa
da ABOI em 2001.
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Foram
publicadas seis matérias jornalísticas (Site Sentidos,
Jornal Gente Ciente, Rede Saci, Retz, Genteespecial, Diário de Minas),
para os quais os dados de base foram cedidos pela ABOI.
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Pela primeira
vez na história da medicina brasileira, graças ao empenho
conjunto da ABOI e do Dr. Sergio Eis Ragi, ortopedista e
membro do Conselho Científico de nossa entidade, a OI foi tema de
um Congresso Internacional e de um Simpósio para leigos e especialistas
em Vitória, no Espírito Santo. Ao final do simpósio
ocorrido no V CIOMM - Congresso Internacional de Osteoporose e Metabolismo
Mineral, foi elaborada a CARTA DE VITÓRIA,
com as principais reivindicações de portadores e médicos
com relação ao tratamento da OI.
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A ABOI
promoveu, com o apoio do SESC-Vila
Mariana e das Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais da AACD
(Anne Kupfeld, Daiane Spalvieri, Fabiana Andrade, Ligia Abram, Carla
Barreto e Roberta Peixoto) uma reunião temática sobre
fisioterapia e cotidiano em OI, à qual compareceram pais e portadores
de vários lugares de São Paulo e do Brasil, que puderam esclarecer
suas dúvidas a respeito destes temas.
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O site
brasileiro sobre OI recebeu 23.846 acessos, de gente de todo o país
e do exterior. Destes acessos, 3219 resultaram em consultas,
representando cerca de 13% dos acessos. Destas consultas, 723 desejavam
informações gerais sobre a doença e vieram de pais,
portadores, médicos, fisioterapeutas, estudantes de medicina, fisioterapia
e outros. Todas as consultas foram respondidas e/ou encaminhadas (nos casos
de outras doenças, por exemplo), e pedidos de material foram atendidos
com o envio de textos e artigos científicos traduzidos para português.
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Foram
traduzidos para o português mais 2 textos médicos,
que temos encaminhado aos que ingressam na lista e aos médicos.
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Foi ampliado
o catálogo
de médicos especialistas em OI.
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A ABOI
passou a fazer parte do .Centro de Referência para Demandas Físicas
- Integração da Universidade Federal de Santa Catarina.
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A lista
de discussão Oimperfecta
trocou cerca de 1000 mensagens.
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Associaram-se
oficialmente à ABOI mais 51 pessoas, de todo o país.
Obs:
A ABOI não cobrou nem um centavo por estes serviços.
Rita
Amaral
Presidente
do Conselho Deliberativo
Dezembro
de 2002
  
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