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ABOI em 2003
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O
QUE A ABOI
FEZ EM 2003
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Acompanhou
a implantação dos Centros de Referência
em Osteogenesis Imperfecta. Neste ano, graças não
apenas ao empenho dos médicos e dos responsáveis pela administração
dos hospitais, mas também ao dos coordenadores locais da ABOI
e, principalmente, dos portadores interessados, quatro CROI obtiveram grande
avanço, recebendo pacientes locais e das regiões circunvizinhas
para tratamento: CROI-RJ, CROI-CE, CROI-RS e CROI-SP. Cerca de 300 crianças
foram atendidas e se encontram em tratamento sob estrita orientação
médica. Nos CROI-PR e CROI-DF a ABOI não encontrou o mesmo
interesse e nem voluntários para o trabalho de divulgação
e de articulação dos Núcleos. No CROI-ES alguns pacientes
estão recebendo tratamento, mas a organização do Núcleo
ainda é precária. Por outro lado, Recife-PE começa
a dar seus primeiros passos no sentido de oferecer tratamento aos portadores
pernambucanos no Instituto Materno Infantil de Pernambuco.
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Realizou,
localmente, nos estados onde os Núcleos são ativos, reuniões
de troca de experiência, apoio, conhecimento mútuo e esclarecimento.
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Continuou
a distribuição e recolhimento do Formulário
de Pesquisa para manter o levantamento de dados quantitativos e
qualitativos sobre a REAL situação
da O.I. em nosso país. Os resultados desta pesquisa serão
publicados no primeiro semestre de 2004. Os dados obtidos têm
sido fundamentais à definição dos projetos prioritários
da ABOI.
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A ABOI
continuou a distribuição gratuita, para interessados de todo
o país, da publicação “Como
viver com Ossos de Cristal”, criado por iniciativa
da ABOI
em 2001. O Portal Terra, provedor de Internet, encarregou-se de distribuir
o formato eletrônico do livrinho.
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A ABOI
participou, como entidade convidada, do XV Congresso Brasileiro de Genética
Clínica, em Porto Alegre-RS, do V Congresso Brasileiro de Ortopedia
Pediátrica, em Belo Horizonte-MG e do XXXII Congresso Brasileiro
de Pediatria em São Paulo-SP. A participação nestes
eventos foi importante por criar canais de comunicação entre
a Associação e a comunidade médica e por nos dar visibilidade
nestes estados.
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A ABOI
fez uma ampla campanha de auto-apresentação por fax e e-mail
aos hospitais do país, solicitando que estes divulgassem a existência
da ABOI e de seus propósitos.
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A ABOI
promoveu, com o apoio do SESC-Vila
Mariana e dos médicos Prof. Dr. Pedro Henrique Correa (HC-SP), Prof.
Dr. William Belangero (UNICAMP-Campinas), Prof. Dr. Décio Brunoni
(UNIFESP-SP), Prof. Dr. Zan Mustacchi (Hospital Darcy Vargas-SP) e Dras.
Tábata e Suzana, da equipe do Prof. Dr. Cláudio Santili (Santa
Casa-SP) mais uma reunião temática sobre tratamentos (pamidronato,
colocação de hastes, aconselhamento genético e cuidados
de saúde em geral), à qual compareceram pais e portadores
de vários locais do estado de São Paulo e do Brasil, que
tiveram suas dúvidas esclarecidas e seu tratamento encaminhado,
quando necessário.
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A ABOI
registrou seu domínio como organização na FAPESP e
colocou no ar seu website oficial, que vem sendo construído e deve
ser concluido até o início de fevereiro. O site recebeu cerca
de 13.000 acessos de gente de todo o país e do exterior.
Destes acessos, 1303 resultaram em consultas, representando
cerca de 10% dos acessos. Destas consultas, 831 desejavam informações
gerais sobre a doença e vieram de pais, portadores, médicos,
fisioterapeutas, estudantes de medicina, fisioterapia e outros. Todas as
consultas foram respondidas e/ou encaminhadas (nos casos de outras doenças,
por exemplo), e pedidos de material foram atendidos com o envio de textos
e artigos científicos traduzidos para português.
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Foi traduzido
para o português mais 1 texto médico, que temos encaminhado
aos que ingressam na lista e aos médicos.
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Foi ampliado
o catálogo
de médicos especialistas em OI.
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Foram
feitas e distribuídas as carteirinhas de associados. Elas têm
como diferencial o fato se serem carteirinhas que não apenas identificam
o associado como membro de uma coletividade que conhece e luta por seus
direitos, mas que também atestam (ao serem abertas e desdobradas)
aos profissionais que desconhecem a OI a necessidade de cuidados especiais
com o portador.
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A lista
de discussão Oimperfecta
trocou cerca de 1500 mensagens.
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Associaram-se
oficialmente à ABOI
mais 60 pessoas, de todo o país.
Obs:
A ABOI não cobrou nem um centavo por estes serviços.
Rita
Amaral
Vice-Presidente
da Associação Brasileira de Osteogenesis Imperfecta
Dezembro
de 2003
  
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