Eu
tenho o direito de ser visto primeiro como uma criança e depois
como um paciente.
Eu
tenho o direito de ser tratada como um indivíduo com minhas próprias
e especiais necessidades.
Eu
tenho o direito de ser cuidada por pessoas que podem enxergar o mundo através
dos meus olhos.
Eu
tenho o direito de ter medo e gritar quando sinto dor.
Eu
tenho o direito a ser protegido num ambiente que não me é
familiar.
Eu
tenho o direito de fazer perguntas e de receber respostas que eu possa
compreender.
Eu
tenho o direito de ser cuidada por pessoas que percebem minhas
necessidades ainda
quando eu não consiga explicar quais elas são.
Eu
tenho o direito de falar por mim mesma quando posso fazer isto e de ter
alguém para falar por mim quando eu não possa.
Eu
tenho o direito de ter aqueles que eu amo perto de mim a qualquer momento
em que eu precise deles.
Eu
tenho o direito de ter meus direitos respeitados.
(Canadian Institute of
Child Health, April 1980)
Do site Bones
Page, do Dr. Horacio Plotkin
(tradução:
Rita Amaral)