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Osteogenesis Imperfecta
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Hereditariedade e Genética
 

A Osteogenesis Imperfecta é uma doença devida a uma alteração do patrimônio genético da pessoa e é, por isso, na maioria dos casos, hereditária. 

A herança genética é em algumas formas dominante e em outras recessiva. No primeiro caso, para transmitir a doença aos filhos é suficiente que um dos pais seja portador da doença. No segundo, devem ser portadores dos genes anômalos, ambos os genitores. 

As possibilidades de um casal ter um filho afetado por O.I e ter um segundo filho atingido pela mesma doença é, para as formas dominantes, de 50% de probabilidade. Para as formas recessivas a probabilidade é de 25%. E para as formas esporádicas, sem precedentes familiares, a probabilidade é muito modesta (2 a 5%).

Por mais que seja útil um diagnóstico pré-natal, apenas se conseguem dados que podem deixar margem para uma dupla interpretação. É certo que apenas as formas mais graves de OI, as do Tipo II e III, que apresentam graves deformidades e fraturas já no útero, se prestam ao diagnóstico pré-natal, que é seguido pelo exame de radiografia e ultra-sonografia.
 
Tendo em conta, porém que os casos de Tipo III são muito freqüentemente esporádicos, conclui-se que a sondagem é justificada sobretudo para as formas do Tipo II. É óbvio que cada aconselhamento genético pressupõe uma perfeita diagnose, para a qual a colaboração entre o geneticista e o clínico se faz necessária. 
 
 
 
 
 



Fontes: Dados das organizações OIFE, OIF, Site Bone Pages do Dr. Horacio Plotkin e artigos científicos, traduzidos  sob autorização para o português por Rita Amaral para o site Osteogenesis Imperfecta. Textos compilados e reeditados para este website por Carlos Galvão Neto.