Comunicado
Fisioterapia
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Planos de Sáude
1 - Hormônios Sexuais
Propostos a partir da observação de que na puberdade ocorre
uma diminuição na incidência de fraturas, ocorrendo
um aumento das mesmas após a menopausa. A administração
de estrógenos ou andrógenos, entretanto, não resultou
nos efeitos esperados e também produziu efeitos indesejáveis.
2 - Fluoreto de Sódio
Sua administração promoveu uma diminuição
de fraturas em alguns pacientes, a curto prazo. Estes resultados, entretanto,
não se prolongaram. Acredita-se que o fluoreto de sódio
inicialmente promova o aumento da densidade óssea (período
em que diminuem as fraturas) e que, a médio prazo, leve a uma
depressão na formação do colágeno, dificultando
a organização e a mineralização óssea.
3 - Óxido de Magnésio
Partindo do principio de que o colágeno do osso dos pacientes
com OI pudesse inibir o processo de calcificação óssea
in vitro, e que o óxido de magnésio inibiria essa inibição,
Solomons & Cols., propuseram sua utilização. Estudos
efetuados falharam em demonstrar os efeitos benéficos esperados.
4 - Calcitonina
Por entender que a calcitonina inibe a reabsorção óssea
ao mesmo tempo em que promove um aumento da massa óssea total,
Castells & Cols. propuseram sua administração a longo
prazo. Os resultados entretanto não foram benéficos como
se esperava.
5 - Vitamina D
Foi usada inicialmente por Griffith, em 1897,e mantida por muito tempo
como medicamento preconizado. Seu uso total foi benéfico para
aqueles pacientes que apresentavam raquitismo associado e seu efeito
adverso foi notado por vários autores.
6 - Bisfosfonatos
Pamidronato é uma medicação que pertence a uma
família farmacológica chamada bisfosfonatos.Os bisfosfonatos
têm sido usados para o tratamento de osteoporose pós-menopausal
e a moléstia de ossos de Paget. A ampla ação dessas
drogas para diminuir a taxa de reabsorção (perda de matéria)
dos ossos conduzem ao aumento da densidade óssea. A resposta
ao tratamento tem sido encorajadora. Primeiro, a dor tem diminuído
significantemente, se não completamente desaparecido, em todos
os pacientes. Segundo, sua mobilidade e, portanto, sua independência,
tem sido aumentada. Terceiro, a incidência de fraturas tem sido
significativamente reduzida, quando comparada com a incidência
antes do tratamento. Finalmente, a densidade mineral dos ossos na espinha
lombar tem aumentado, algumas vezes dramaticamente, em todas as crianças.
Mais importante, a taxa de crescimento nestas crianças não
diminuiu, quando comparada com a taxa antes do tratamento. A melhora
destes pacientes em termos de densidade e mobilidade é definida
como muito importante, claramente levando a uma melhor qualidade de
vida.
7-Fisioterapia e Alimentação
Os únicos tratamentos que oferecem importantíssimos benefícios
a todos os portadores de OI e que forçosamente compôem
qualquer outro dos citados acima são a fisioterapia e uma dieta
balanceada contendo as necessidades diárias mínimas de
vitaminas e sais minerais, já que não existe ainda um
tratamento que corrija o defeito básico (genético =>
bioquímico) da OI. Fazer exercícios físicos, sejam
na água ou fora dela, em casa ou em centros de reabilitação,
é imprescindível. Para o portador de OI exercícios
devem se tornar um hábito diário como tomar banho e escovar
os dentes.
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* Informações extraídas da Dissertação
de Mestrado da Dra. Chong Ae Kim, geneticista do Instituto da Criança
do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo
e do site do Dr. Horacio Plotkin endocrinologista pediátrico,
professor da Pediatria da Escola de Medicina da Universidade de Nebraska
e responsável pela Unidade de Metabolismo Ósseo do Munroe-Meyer
Institute do University of Nebraska Medical Center situado em Omaha,
Nebraska, nos Estados Unidos.
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